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http://cartamaior.uol.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=12575
Escrito por Kleber às 14h06
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O que é a mídia?
Há teorias para muitos gostos para dizer o que é a mídia ou os conglomerados comunicacionais que se implantaram no Brasil e no planeta. Estão em rede e nos colocam na rede por eles produzida. Buscam determinações, estabelecer encaminhamentos, gostos, rotinas. Essa é a preocupação de quem pensa a grande mídia.
É interessante que ela foi construída de modo criativo, estabelecendo conexões com coisas distantes o que é muito salutar para a vida. Num outro momento esse emaranhado de conexões ganhou uma síntese: a relação entre tudo na mídia e cada pessoa que a acessa. O trágico veste o drama. Falam para unidades e por gosto ou costume (desculpem-me a simplificação), essas unidades atendem ao apelo. Por determinação jamais. Assim as grandes mídias quem são uma coisa só, viabilizam-se pela diferença que pretensamente dispõem ao consumo. Essas análises não são originais. Livros e teses já debateram essa questão a exaustão. Entretanto a mídia, essa imensa rede que se volta para o sensível de cada ser, permanece atenta e ativa. Entretanto haveria nela uma mídia de si? Sim. Acho que essa é uma questão interessante. Há uma urgência de falar dessa possibilidade. Em encaminhar conversas sobre como funciona a micro-mídia da macro-mídia?
Escrito por Kleber às 12h31
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Tiros tucanos e
servidores públicos privatizados
Entre delegados, promotores e meia dúzia de jornalistas – talvez mais – que omitem dados e assim manipulam os acontecimentos vive a esperança do PSDB. O que seria desse partido sem a figura do delegado-fotografo, que mente e pede a conivência dos jornalistas, a quem entrega a prova de seu crime? O que seria dos tucanos sem o promotor púbico, fabricador de manchetes que pede prisão em momento que a lei resguarda tal posição apenas para flagrante-delito? Se pedisse a do delegado, até dava para entender. Mas não, agora,e até depois de demonstrar um certo arrependimento, o promotor Bruno Avelar, pede quebra de sigilo do Freud, quando o mesmo já se encontrava afastado dos encaminhamentos do processo, por absoluta falta de ligação entre o mesmo e o caso do Dossiê.
O PSBD precisa respirar e o faz aviltando entes públicos e a imprensa. Isso é corrupção. Isso é enxergar o interesse próprio que se vê ameaçado pela vontade popular. Há uma guerra em curso. Onde os mais cruéis bandidos sofrem poucas baixas e por isso estão aí há tanto tempo. Já os inocentes parecem não compreender o sentido dessas coisas todas. O PSDB é do tamanho hoje, de um delegado federal mais um promotor público. Servidores públicos que foram privatizados para trazer o jogo ao limite do insuportável. Atiram os tucanos e há balas-bumerangue no ar.
Escrito por Kleber às 14h10
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